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Os beijos mais famosos da história da arte

Os beijos mais famosos da história da arte

Há passionais, amorosos, de filme e até roubados. Podem ser encontrados em escultura, pintura ou fotografia. E é que os beijos, em todas as suas versões, sempre estiveram muito presentes no mundo da arte. Ao longo da história, foram muitos os que encontraram a sua inspiração nos beijos: Picasso, Klimt ou Claudel são apenas alguns dos artistas que se inspiraram neles para criar obras que já são Simbolos do amor.

Na lista que vamos ver a seguir encontramos beijos de todo tipo. Beijos de amor verdadeiro, como o da obra de Toulouse-Lautrec ou beijos tristes como o que nos deixa Lichenstein. Jean Leon Gerone deixa-nos com o poder da deusa Vénus, que dá vida a uma escultura mostrando-nos o verdadeiro poder do amor. Também encontramos beijos abstratos, como o de Bracusi, que nos ensina que não são necessárias obras realistas, como a escultura de Rodin, para representar o amor.

Os 10 beijos da história da arte

Neste post, quisemos dar um passeio romântico pela história da arte e lembrar alguns dos seus beijos mais importantes. Claro que, neste caso, deixamos-te com 10 beijos de arte, mas a lista poderia ser mais longa. Qual é o teu beijo favorito na história da arte?

1.- Amore e Psiche. Antonio Canova, 1793

2.- Il Bacio. Francesco Hayez, 1859

3.- Le Baiser, Auguste Rodin, 1882

4.- Pigmalion e Galatea. Jean Léon Gerome, 1890

5.- Dans le lit, le baiser. Toulouse-Lautrec, 1892

6.– Sărutul. Constantin Brancusi, 1907

7.- Der kuss, Gustav Klimt, 1908

8.- Les amantes. René Magritte, 1928

9.- Beijo V. Roy Lichtenstein, 1964

10.- Kissing Coppers. Banksy, 2004

Que tal estes 10 beijos da história? Se acham que nos esquecemos de algum, deixem-nos nos comentários e, se gostaram, não hesitem em compartilhar este post. Qual é o vosso favorito?

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