Placa de corte, tapete de corte, tábua de corte ou cutting mat. Há muitas maneiras de chamar a estas bases que certamente já viste em inúmeros lugares mas, sabes realmente quais são as utilizações das placas de corte? Neste tutorial dizemos-te o que elas são e para que servem:
Tipos de placas de corte

Placa de corte verde
Para começar, a placa de corte verde, a mais típica e um clássico em oficinas de todos os tipos. É uma placa de 3 milímetros de espessura completamente opaca com indicadores de medição por centímetros, num ângulo de 15′, 30′ 45′ 60′, 75′ e 90′. Também vem delimitado o espaço ocupado por cada um dos formatos DIN. Embora isto dependa do tamanho da placa de corte escolhida.
Translúcida
Além de serem utilizadas como placas verdes, estas têm muitas outras utilidades. Embora seja verdade que não têm tantas medidas e ângulos, as placas translúcidas permitem-nos reproduzir qualquer tipo de desenho que colocamos por baixo. Como se fosse um modelo ou estêncil que será sempre protegido pela própria placa.
Placa auto-cicatrizante de dupla cara
Poderíamos falar da placa de corte mais completa, porque, afinal de contas, são duas placas em uma. Sem aumentar a espessura de três milímetros é composta por cinco camadas de alta qualidade que lhe permitem ser auto-cicatrizante. Ou seja, quando um corte é feito na folha e esta continua a ser utilizada, o material tende a recompor-se de modo a que não haja saliência visível na superfície.
Neste caso é também uma placa opaca com indicadores de medição por centímetros e milímetros. Além disso, tem ângulos de 15′, 30′ 45′ 60′, 75′ e 90′ como a verde tradicional, mas também 105′ e 120′.
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Como utilizar uma placa de corte?
Para começar, deves ter em conta o uso mais comum destas placas. As placas de corte ou placas salva-cortes permitem-nos proteger a nossa mesa. Assim, podes fazer todo tipo de cortes sem danificar a mesa ou a bancada de trabalho. Dependendo das características de cada pessoa e de cada oficina será útil uma ou outra medida. De facto, a maior com que estamos a trabalhar actualmente ocupa 2 m2, para poder proteger uma superfície muito grande e fazer todo tipo de trabalho e até várias pessoas simultaneamente. Ao fim e ao cabo é melhor investir numa placa de corte que garanta uma superfície de corte fiável, estável e com sistemas antiderrapantes do que mudar a mesa constantemente.
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Cortar papel, cartão e cartolinas
Naturalmente, a primeira coisa que nos vem à mente quando pensamos nestas placas de corte é a manipulação do papel. Para o fazer, basta um estilete ou similar e uma régua de metal. Para a utilizar, basta colocar a folha na placa, segurar firmemente a régua no local onde se pretende cortar e cortar.
No caso do cartão e das cartolinas as coisas complicam-se um pouco mais. A operação é ainda bastante semelhante mas aqui teremos de nos concentrar mais em não mover a régua até que tenhamos terminado completamente o corte. Neste processo, e dada a pressão que é normalmente exercida para este tipo de material, as placas sofrem normalmente cortes mais profundos. Aqueles que compreenderão melhor esta secção serão os profissionais do scraptbooking, a quém nunca lhes faltam um par de placas de corte entre os seus materiais.

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Patchwork
Continuando com a montagem de pequenas peças, outros amantes das placas de corte e saindo do conforto oferecido pelo papel são os amadores do patchwork. É claro que os tecidos de algodão típicos desta técnica podem ser cortados com um estilete, mas é utilizado principalmente para apresentar linhas de corte rectilíneo seguindo como modelos as linhas da placa. Também são utilizadas nestes casos para avaliar cores e formas antes de fazer os primeiros pontos.
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Encadernação
Se ao que comentamos nos primeiros pontos do post sobre papel e cartão acrescentarmos a possibilidade de cortar também cordas, fios, e até restos de cola seca, obtemos a superfície ideal tanto para encadernação profissional como amateur.
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Joalharia, ourivesaria, cinzelaria
Embora se chame salva-cortes, este tipo de placa é também uma espécie de “salva-cortes”. No trabalho relacionado com jóias são quase tão frequentes os cortes como os golpes para poder engranzar todas as partes da peça. Se trabalhares nestas placas terás um protector de mesa mas também um amortecedor de choques. Desta forma, as tuas peças não sofrerão quando atingirem uma superfície mais dura.
Além disso, nem tudo vai ser utilizar estiletes e objetos que possam danificar as nossas mesas de trabalho. Há também muitas outras técnicas que utilizam a placa de corte para fazer outros tipos de partições. Estamos a falar das massas, tais como argila ou pastas para modelar. Em muitos destes casos se corta com um arame, um esvaziador ou um palito, mas fazê-lo numa placa permitir-nos-á medir as dimensões dos blocos e fazer um trabalho muito mais meticuloso. Além disso, as placas oferecem um acabamento muito fácil de limpar, sendo à prova de água, pelo que a talha será impecável quando acabada.
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Agora que já sabes todos os usos de uma placa de corte, tens de começar a usá-la. Como podes ver, o papel é um dos materiais mais versáteis e com melhores resultados. Se quiseres aprender a fazer ilustrações com papéis coloridos, temos um curso perfeito para ti. Aprende a desenhar e construir cenas com camadas de papel da mão de Noe Arata. Faz este curso ao teu ritmo e a partir de qualquer dispositivo como já fizeram mais de 2.000 pessoas.
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E tu? Para que usas a placa de corte? Pensaste em todas estas utilizações? Aguardamos os teus comentários!
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